sexta-feira, 23 de setembro de 2011

info ESQUERDA.NET 22/09/2011


Governo quer facilitar despedimentos
Governo quer facilitar despedimentos

Na proposta enviada aos parceiros sociais, à qual a agência Lusa teve acesso, o governo propõe a alteração do conceito de despedimento com justa causa, prevendo a possibilidade de o trabalhador ser despedido por quebra na produtividade ou por não cumprir objectivos definidos pelo patronato.

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Passos Coelho foi mansinho com Jardim
Luís LeiriaLuís Leiria
A entrevista do primeiro-ministro à RTP foi totalmente contaminada pelo olhar do PSD. Os portugueses não deixarão de tirar conclusões..
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FENPROF convoca protesto contra irregularidades na colocação de professores
FENPROF convoca protesto contra irregularidades na colocação de professores FENPROF acusa governo de mentir ao negar a sua responsabilidade pela “confusão lançada no processo de colocação de professores” e apela à mobilização para um protesto, na sexta-feira, dia 23, pelas 15 horas, junto ao Ministério da Educação.Bloco pede audição do director-geral dos Recursos Humanos da Educação.
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Paul Krugman: A sangria enfraquece o paciente
Paul Krugman: A sangria enfraquece o paciente Paul Krugman
Felizmente, os médicos já não acreditam que sangrar os doentes vai torná-los saudáveis. Infelizmente, muitos dos que fazem a política económica ainda acreditam. E a sangria económica está a começar a minar as nossas perspectivas económicas de longo prazo.
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O Oriente Médio nunca mais será o mesmo
O Oriente Médio nunca mais será o mesmo Robert Fisk Os palestinianos não conseguirão o seu estado esta semana. Mas os palestinianos provarão – se obtiverem votos suficientes na Assembleia Geral e se Mahmoud Abbas não sucumbir à sua subserviência característica ante o poder de EUA-Israel – que já fizeram por merecer ser estado. Artigo publicadona redecastorphoto.
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PGR abre inquérito-crime à ocultação das dívidas da Madeira 
PGR abre inquérito-crime à ocultação das dívidas da Madeira O procurador-geral da República mandou abrir um inquérito crime para investigar o caso da ocultação de dívidas públicas na Madeira, Alberto João Jardim diz que não teme. Tribunal de Contas está a analisar 1.600 milhões de avales do Governo Regional.
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Agenda
22 de Setembro
2ª edição do FeministiZARTE - II Festival de Arte Feminista
(RE)Lançamento de livro “Paula Rêgo e o poder da visão”, Ana Gabriela Macedo. Com a presença da autora e de Maria Luísa Coelho e com moderação de Tatiana Mendes. Organização do núcleo de Braga da UMAR. Verprograma.
BragaEstaleiro Cultural Velha a Branca22h30.
Apresentação do livro Precários em Portugal – Entre a Fábrica e o Call Center
Esta apresentação, promovida pelo Le Monde Diplomatique – edição portuguesa e pelas Edições 70, será feita por Manuel Carvalho da Silva e contará com a presença dos organizadores da obra José Nuno Matos, Rahul Kumar e Nuno Domingos.
Lisboa, CES-Lisboa (Picoas Plaza, R. do Viriato, 13 Lj 117/118), 18h30.
23 de Setembro
Mário Dionísio, um Escritor - poemas lidos, poemas musicados
15.ª sessão de uma série com periodicidade mensal sobre livros e textos de Mário Dionísio. Leitura a várias vozes de poemas do livro Poemas1º livro de poesia de Mário Dionísio, editado em 1941. A escolha é de João Caldas, que apresentará alguns poemas por ele musicados, cantados por Mariana Nunes.
LisboaCasa da Achada18h.
Debates, concertos e festa – Lei Contra a Precariedade
Debates sobre Lei Contra a Precariedade com Carvalho da Silva (CGTP), Elísio Estanque (CES), Guadalupe Simões (Sind. Enfermeiros) e membros dos movimentos M12M, Precários Inflexíveis, FERVE e Intermitentes do Espectáculo e Audiovisual, seguidos de concertos e festa. Ver cartaz e mais informações.
Lisboa, sede dos Precários Inflexíveis (R. da Silva 39), a partir das 19h.
24 de Setembro
Seminário Pensamento Crítico Contemporâneo «Identidades e Política»
“Classe” comJoão Valente Aguiar - conferência/mapa dos debates sobre «classe» e José Neves - leitura crítica do texto «Algumas observações sobre classe e "falsa consciência"», de E. P. Thompson. Mais informações.
LisboaFábrica de Braço de Prata17h.
2ª edição do FeministiZARTE - II Festival de Arte Feminista
Contos, continhas e outras histórias, Tin.Bra.Organização do núcleo de Braga da UMAR. Ver programa.
BragaCentésima Página,11h30.
Debates, concertos e festa – Lei Contra a Precariedade
Debates sobre Lei Contra a Precariedade com Carvalho da Silva (CGTP), Elísio Estanque (CES), Guadalupe Simões (Sind. Enfermeiros) e membros dos movimentos M12M, Precários Inflexíveis, FERVE e Intermitentes do Espectáculo e Audiovisual, seguidos de concertos e festa. Ver maisinformações e cartaz.
Lisboa, Lg. de Camões, a partir das 16h30.
II Encontro de Educação promovidas pelo Bloco de Esquerda - Distrito de Viseu
Encontro subordinado ao tema A Escola que temos, a Escola que queremos. Ver evento nofacebookcartaz e panfleto.
Viseu, Solar dos Peixotos,14h30.
Apresentação do livro "O DIA INICIAL", de Otelo Saraiva de Carvalho
Com a presença do autor, Otelo Saraiva de Carvalho e do Historiador, Professor João Madeira, a iniciativa é organizado pelo núcleo de Grândola da Associação José Afonso Litoral, com o apoio da Câmara Municipal de Grândola, Junta de Freguesia de Grândola, Junta de Freguesia do Carvalhal, CULTRA e Associação 25 de Abril.
Grândola, Cine Teatro Grandolense, 21h30.

Crónica de uma jornalista de esquerda

Clara Ferreira Alves & Mário Soares (vale a pena ler )

Belo esclarecimento sem dúvida!

Artigo de Clara Ferreira Alves (Expresso)

EU ESPERAVA SABER ISTO SÓ DEPOIS DA SUA MORTE.

FELIZMENTE ALGUÉM COM CORAGEM ...

 O 'GRANDE' MÁRIO SOARES !!!

(artigo de uma jornalista de esquerda!)

Clara Ferreira Alves, no Expresso)

Tudo o que aqui relato é verdade. Se quiserem, podem processar-me.

Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que
ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana,
para a voz da rua.

A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira
politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom
par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.

A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o
processo de descolonização.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos
financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.

A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua
experiència governativa.

A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como
Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.

A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers"..

A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois
de tão fantástico desempenho no cargo.

A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha
Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e
vencer as eleições presidenciais.

A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um
grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um
conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas
internacionais.

A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua
segunda campanha presidencial.

A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos
Melancia, um dos homens da Emaudio.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso
Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma
Fundação na sua fase pós-presidencial.

A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos
Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse
mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com
Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre
acidente de avião na Jamba (avião esse transportando de diamantes, no
dizer do então Ministro da Comunicação Social de Angola).

A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar
57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França -
21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil
quilómetros).

A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de
grande importância estratégica para Portugal, aproveitando para dar
uma voltinha de tartaruga.

A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a
Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes
oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.

A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte
blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da
Republica.

A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de
vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo
Grande.

A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica,
constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado,
que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única
função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os
mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.

A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação
violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a
nulidade da licença de obras.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas
construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal
fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer
convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.

A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos
anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de
quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um
auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara
de Lisboa.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção
anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador
e Presidente.

A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse
um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República,
na... Fundação Mário Soares.

A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares
receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.

A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade
da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente
era... João Soares.

A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o
director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação
jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.

A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento
Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole
Fontaine.

A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates "o pior do
guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.

A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre,
para concorrer às eleições presidenciais mais uma vez.

A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido
Socialista.

A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira
na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir,
logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no
filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.

No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um
punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.
Vai.... e não volta mais.

Clara Ferreira Alves

Expresso

Tendo a implementação da Democracia em Portugal mentores como Mário
Soares, não admira que a versão instalada no país esteja obsoleta.
O sistema precisa, urgentemente, de uma profunda renovação, ou seja,
de novos protagonistas.
Obrigado, Clara.

GUSTAVO PANCAS

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

"Estamos a regredir ao 24 de Abril de 1974"

SENHOR DIRECTOR, Decididamente não entendo para onde nos leva esta Europa liderada por um português e orientada por um francês e uma alemã.
O capitalismo é o seu lema e o neoliberalismo o modelo a seguir.
Nós os portugueses somos bombardeados diariamente por medidas restritivas ditadas por uma troika obediente ao sector financeiro e dirigida pela mesma Europa que no nosso caso parece querer acabar com aquilo de bom que Abril nos deu.
A nossa coligação governamental, PSD/CDS, não fugiu aos ideais da sua família europeia que teima em liderar-nos de qualquer maneira e a qualquer preço, sempre com a desculpa, esfarrapada, do acordo feito e assinado com a tal troika, ao mesmo tempo que se contorce para que o sistema económico da Europa perdure a todo o custo.
O CDS vai na sombra sempre de perto, atrás daquele que lhe deu a oportunidade que sozinho nunca conseguiu em eleições. Assim, para obter protagonismo e poder de chefia, vai seguindo sob a batuta do seu maestro.
O PSD para ter a tão pretendida maioria teve que se aliar mais uma vez a alguém. Só desta forma, apesar da sua irrequietude e ansiedade, conseguiu a maioria parlamentar. Para pagar o favor político do seu parceiro de caminhada vai-o deixando navegar, mas sempre à vista.
O pobre Povo, esse vai cegamente caminhando atrás destes senhores políticos, que tudo fazem apenas em favor dos mais ricos.
Sobem-se os transportes, os serviços de saúde junto com os medicamentos, o gás, a luz, colocam-se portagens em estradas já pagas anteriormente, penalizando aqueles que ainda têm emprego, sobe-se o IVA, o que volta a encarecer tudo ainda mais, tudo isto em prol de um dito honrar de compromissos assumidos com a troika.
Nem sequer é explicado aos portugueses que alguns destes aumentos são ditados e impostos pelo tal trio europeu, mas os montantes destes aumentos são da exclusivamente da responsabilidade do governo.
Quando os montantes de dinheiro arrecadado com os aumentos ou pagamentos, como o das SCUTS, está criado um buraco que ciclicamente o governo vai tapar criando outro aumento ou criando outros pagamentos. De tal forma isto será sempre assim, só vai parar quando os portugueses chegarem à exaustão e ao mesmo tempo já não houver mais nada onde ir buscar dinheiro.
Creio que nesta altura de saturação, e que julgo próxima, vai acontecer a falência de um sistema apenas de euros, que tem a interferência directa do estrangeiro, com a anuência e frieza do nosso governo. A falência de que falo e que penso estar próxima vai acontecer devido às convulsões populares que terão lugar nos vários países atrofiados por políticas apenas economistas sem o real conceito de solidariedade, só assim a sociedade vai pôr fim a este modelo aos seus orientadores, líderes e governantes. Será a crise dos partidos à direita.
Quero ainda voltar a dizer, perante este estado de coisas, que estão perdidas algumas elementares conquistas de Abril, sempre a coberto de que é preciso modernizar a nossa Constituição, quando afinal o que era preciso era adaptar algumas das políticas seguidas ao texto Constitucional.
Aquilo que Abril nos trouxe de igualdade e fraternidade está totalmente esquecido. Não entendo, por tudo isto, qual o modernismo aqui operado. Será que sacrificando os mais carenciados e defendendo acerrimamente os ricos estamos a exercer uma moderna solidariedade? Será que quando estamos a limitar, por via do dinheiro, o acesso aos estudos e à Saúde estamos a exercer uma moderna igualdade?
Por este caminho estamos a regredir rapidamente ao 24 de Abril de  1974.

Testo publicado no Diário de Coimbra de 12 de Setembro de 2011, da autoria de Jorge Manuel Fonseca Moreira

info ESQUERDA.NET 19/09/2011


Bloco exige aplicação na Madeira da lei das incompatibilidades
Bloco exige aplicação na Madeira da lei das incompatibilidades

Francisco Louçã afirmou hoje que o primeiro-ministro tem de dar respostas objectivas sobre o escândalo das contas da Madeira e sublinhou: “Espero que da reunião com o Presidente da República saia a certeza de que vai acabar agora, que não vai durar mais um ano sequer, o regime extraordinário de protecção da proximidade e da promiscuidade entre cargos públicos e interesses empresariais na ilha da Madeira”.

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Uma "nova Constituição"?
Tiago Gillot Tiago Gillot
A obsessão para alterar profundamente a Constituição corresponde a uma ofensiva ideológica e não a qualquer urgência prática.
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Dossier Revolta estudantil no Chile 
Dossier Revolta estudantil no ChileTrês meses de intensa mobilização estudantil em luta pela Educação Pública estão a transformar o Chile. No final de Agosto, dois dias de greve geral convocados pela central sindical ampliaram a luta contra o governo conservador de Sebastian Piñera e pelo fim da “herança de Pinochet”. Dossier organizado por Carlos Santos.
Ver dossier.

D. Januário Torgal: "Tenho vergonha do meu País"
D. Januário Torgal: “Tenho vergonha do meu País” O bispo das Forças Armadas acusa o governo de falta de sensibilidade e de incompetência diante da multidão de pessoas que já foram desapossadas da sua dignidade e do respeito por elas próprias. E diz que não quer ser cúmplice.
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"Quem é que permitiu tanta gula?"
"Quem é que permitiu tanta gula?" Pergunta de Miguel Portas, que na sua crónica semanal no programa “Conselho Superior” da Antena Um, fez a análise da crise económica, financeira e social em curso a propósito do terceiro aniversário da falência do Lehman Brothers.
Ver vídeo.



Partido de Angela Merkel sofre sexta derrota eleitoral 
Partido de Angela Merkel sofre sexta derrota eleitoral O partido mais penalizado nas eleições regionais de Berlim, com 1,8% dos votos, foi o FDP, parceiro de coligação do partido de Angela Merkel, o CDU, que, por sua vez, obteve 23,2%. O SPD foi o grande vencedor, com 28,4%. O partido Verde conquistou 17,6% e o partido de esquerda Die Linke desceu para 11,6%.
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Agenda
19 de Setembro
Sessões de cinema ao ar livre
Outro país - Memórias, sonhos, ilusões... Portugal 1974/1975de Sérgio Tréfaut(2000, 52 min.). Escolha e apresentação de António Loja Neves.
LisboaCasa da Achada,21h30.
22 de Setembro
2ª edição do FeministiZARTE - II Festival de Arte Feminista
(RE)Lançamento de livro “Paula Rêgo e o poder da visão”, Ana Gabriela Macedo. Com a presença da autora e de Maria Luísa Coelho e com moderação de Tatiana Mendes. Organização do núcleo de Braga da UMAR. Verprograma.
BragaEstaleiro Cultural Velha a Branca22h30.
Apresentação do livro Precários em Portugal – Entre a Fábrica e o Call Center
Esta apresentação, promovida pelo Le Monde Diplomatique – edição portuguesa e pelas Edições 70, será feita por Manuel Carvalho da Silva e contará com a presença dos organizadores da obra José Nuno Matos, Rahul Kumar e Nuno Domingos.
Lisboa, CES-Lisboa (Picoas Plaza, R. do Viriato, 13 Lj 117/118), 18h30.

ASSUNÇÃO ESTEVES Reformou-se aos 42 anos de idade...cansada...muito cansada...

ASSUNÇÃO ESTEVES - Presidente da Assembleia da República

http://www.enciclopedia.com.pt/images/mariadaassuncaoesteves.jpgReformou-se aos 42 anos de idade...cansada...muito cansada...
Quadro do partido laranja, e pelo seu partido escolhida para o cargo mais alto da representação do Estado, a seguir ao presidente da República. Aqui se denuncia uma ética política, aqui se denuncia um açambarcamento faccioso, aqui se denuncia uma mentalidade de rapina.

Uns têm que trabalhar até aos 65 anos com reformas  cortadas em 20%, mesmo que tenham descontado para a reforma  durante 40 anos ou mais. São os trabalhadores portugueses, o grosso da população, a classe mais débil, a mais necessitada, a que deveria de ter mais apoios do Estado.

Aquela que tudo produz!

Esta personagem importante da quadrilha que governa Portugal, reformou-se aos 42 anos, com 2.445€/mês, após 10 anos de trabalho.

Os portugueses todos, têm de ganhar a consciência que esta canalha de gente nos destruirá. Dizimar-nos é o objectivo central do grande capital financeiro. Fá-lo-ão de qualquer maneira, sabedores que são, que o seu sistema político não lhes resolve o problema de enriquecimento ilícito ao mesmo tempo acompanhado de algum bem-estar social de décadas atrás. O capitalismo tem como meta a atingir a dominação total dos povos e reduzi-los a uma nova forma de escravatura.

PAUL ELOUARD - "É preciso voltar a despertar veredas, a descerrar caminhos, a extravasar as praças e a gritar o teu nome - LIBERDADE"

Jorge Moreira