sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Notícias do Bloco de Esquerda || Jovens Coimbra || @

Bolsas: a realidade insuportável
No total, cerca de 40 mil estudantes podem vir a perder a bolsa.
Lê aqui o artigo de José Soeiro


Francisco Louçã intervém sobre Bolsas de Estudo 
No Debate Quinzenal com o Primeiro-Ministro, Francisco Louçã intervém sobre as escolas primárias com contratos de associação, sobre as falhas no acto eleitoral e sobre o atraso na atribuição de bolsas de estudos a estudantes universitários.
Vê aqui a intervenção de Francisco Louçã


Metro Mondego | Uma história de promessas e enganos 
O governo arrancou os carris da Linha da Lousã para substituir o comboio pelo metro. Mas agora diz que não há dinheiro para continuar as obras.
A linha servia os concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã.
Mais de 8500 pessoas entregaram uma petição aos deputados contra os adiamentos e a paragem das obras
Vê o vídeo aqui


Prisões da CIA: a verdade ainda não chegou à superfície 
O Parlamento Europeu deve reabrir as investigações sobre as prisões da CIA e trazer a verdade à superfície, defendem a Amnistia Internacional e o relator da ONU sobre a tortura.
Lê aqui o artigo

Dossier do Esquerda.Net sobre o FMI

Neste dossier, pode ler artigos sobre a história da instituição internacional, o seu funcionamento e a ideologia que o domina: o chamado consenso de Washington.
Outros artigos tratam da presença do FMI em Portugal (Bandeiras negras: O FMI em Portugal) nos anos 80, e do papel que está a desempenhar actualmente na Europa (O papel do FMI na Europa repete os erros do passado e Tropeçamos no FMI!).
Abordam-se ainda as situações da Grécia (Comissão internacional de auditoria à dívida grega), da Hungria (Hungria desafia o FMI) e da Dívida dos países em desenvolvimento. Por fim, um artigo sobre o seu actual director geral.

 Consulta aqui a Rádio do Bloco

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sábado, 29 de janeiro de 2011

Newsletter Nº2/2011 do Bloco de Esquerda/Coimbra

Metro Mondego | Uma história de promessas e enganos
 
 
 
E AGORA? 
pureza.jpgArtigo de José Manuel Pureza, Deputado eleito pelo Distrito de Coimbra  
Conservadorismo, cepticismo e disponibilidade para soluções providenciais fizeram caminho nas eleições de domingo. As propostas de resistência alicerçadas numa crítica ideológica do poder ao centro, foram derrotadas. Ler mais...
 
 
 
Movimento Cívico foi à Assembleia reclamar o Metro Mondego
metro_19-01-2011.jpgSeis centenas de cidadãs e cidadãos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã vieram hoje a Lisboa acompanhar o debate acerca da suspensão das obras do Metro Mondego e reclamar o que há mais de 16 anos lhes é prometido e devido. Ler mais...
 
 
 
 
A excepção e a regra
marisa_matias2.jpg Artigo de Marisa Matias, Eurodeputada do BE
Esta semana discutiram-se na Assembleia da República várias propostas tendo em vista a resolução do problema criado em torno do Metro Mondego. Por estas bandas, todos conhecemos o que se passou de trás para a frente e de frente para trás. Isso não reduz, contudo, a indignação que este caso suscita, de tão vergonhoso que foi todo o processo.  Ler mais...

Presidente da Junta de Freguesia de Anobra entrevistado na Rádio Regional do Centro

Dando início a uma série de entrevistas com os Presidentes de Junta do Concelho de Condeixa-a-Nova, o autarca de Anobra, Gustavo Pancas, foi o convidado do passado sábado, dia 22 de Janeiro de 2011, pelas 12 horas, do programa Agora Condeixa da Rádio Regional do Centro (96.2).
Veja noticia e como ouvir entrevista em:

sábado, 15 de janeiro de 2011

Olhão: quem tem telhados de vidro não devia atirar tantas pedras

            Na sequência da tomada de posição do Ruptura/FER relativamente às presidenciais surgiram, da parte de camaradas que defendem o apoio ao candidato Manuel Alegre, acusações várias sobre eventuais ligações da nossa corrente a um “vereador corrupto” do Bloco de Esquerda em Olhão. Tais acusações alegadamente tinham o propósito de mostrar a “incoerência” do Ruptura/FER relativamente às presidenciais. Qualquer bloquista sério, que queira entender, por um lado, o que se passou com o vereador de Olhão, por outro qual seria o rumo certa para estas presidenciais, entende que este método de misturar as discussões apenas serve para difamar uma das partes envolvidas e não para esclarecer qualquer dos assuntos em debate.
            Recusamos este método, porém não recusamos nunca o debate. Para evitar que, num período em que cabe ao BE uma profunda reflexão sobre se a estratégia a seguir é a de convergência com uma suposta ala esquerda do PS ou a votada em Convenção, de unidade à esquerda contra o Governo do PS, queremos evitar as tentativas deliberadas de contaminar uma discussão com a outra, a fim de branquear eventuais erros da direcção do Bloco. Por isso queremos esclarecer desde já a posição que temos sobre o caso do vereador João Pereira a fim de, daqui para frente, podermos centrar-nos na estratégia para a luta política e não neste caso.
            Parece-nos, antes de mais, estranho, que se assuma com naturalidade que o único vereador eleito pelo Bloco – excepção feita a Salvaterra de Magos – é “um corrupto” e que, em vez de tentar perceber como tal aconteceu e como podemos evitar que se repita, se tente taxá-lo como “aliado do Ruptura/FER”, matando assim o caso. Antes de mais, quem está familiarizado com o funcionamento interno do Bloco sabe que nenhum aliado do Ruptura/FER foi alguma vez indicado para lugares elegíveis em listas que não fossem para Juntas de Freguesia. Se o homem fosse aliado do Ruptura/FER o problema estava resolvido: a Mesa Nacional não o teria aprovado como cabeça de lista à Câmara de Olhão. Porém a Mesa Nacional aprovou-o, seguindo a indicação da Distrital do Algarve, apoiada pela Comissão Política. Ora é escusado lembrar que o Ruptura/FER não é maioritário em nenhum destes órgãos. À data desta escolha já eram públicos todos os dados que hoje se conhecem sobre o caso. O camarada disse na altura que eram calúnias. Mas porque a breve investigação que foi agora feita pela direcção, que a levou a mudar de opinião, não foi feita na altura? Porque é que um recém-entrado no BE, com um passado duvidoso, não foi investigado quando é indicado para cabeça de lista à Câmara Municipal, mas é-o meses mais tarde sem ter havido nenhuma novidade? Porque, à data, ele era um camarada que em nada tinha discordado com a actual direcção e que, pela popularidade que tem no Conselho, se entendia que ia ser a única vitória autárquica do BE, excepção feita ao bastião de Salvaterra de Magos. Passados uns meses o João Pereira caiu no “erro” de discordar com a Direcção e, aí sim, foi investigado. Entendemos assim que, no Bloco, um militante com um passado duvidoso não precisa de ser investigado caso concorra (prevendo-se que seja eleito) para um cargo público, porém se demonstrar discordâncias com a direcção essa investigação deve ser logo posta em marcha - isto sim devia motivar reflexões!
            E a história da acusação tem também muito que se lhe diga. A direcção, quando apresentou pela primeira vez a necessidade da constituição de uma Comissão de Inquérito para averiguar João Pereira não era pelas razões que apresenta agora - a possibilidade de ser um mentiroso e um vigarista - mas sim porque teria publicado num blog a sua posição contra o apoio a Manuel Alegre e que esta tomada de posição feria os estatutos do BE. Foi aí que o Miguel Portas se demarcou desta iniciativa que se preparava para expulsar um camarada do BE (o que seria um precedente inédito e gravíssimo do ponto de vista político, principalmente no partido que se apresenta publicamente como o mais democrático) por manifestar divergências políticas. Por isso o camarada Miguel Portas votou, esse sim, contra a Comissão de Inquérito, da primeira vez que a questão foi levantada. Porque não choveram então mails a dizer que o Miguel Portas protege corruptos e os tem como “aliados”? Mais uma vez, dois pesos e duas medidas…
Mais tarde, o João Pereira foi acusado de irregularidades nas contas da sua campanha autárquica, porém veio a descobrir-se que não era ele o tesoureiro da sua campanha e que as contas com “irregularidades” foram aprovadas pelo tesoureiro do Bloco e pela Mesa Nacional. Agora, por fim, é acusado de fuga ao fisco e outras irregularidades já apresentadas, todas, como já referimos, públicas à data da escolha do João Pereira para cabeça de lista em Olhão. É no mínimo um procedimento estranho, parece que o essencial é acusá-lo, já o motivo da acusação é secundário. Escusado dizer que é um procedimento a que somos alheios, nenhuma dessas decisões passou pelo Ruptura/FER, nem temos qualquer militante na Concelhia de Olhão, ou seja, quem apoiou, integrou, e confiou no candidato e vereador João Pereira foram apenas os camaradas que estão em maioria na Mesa Nacional e que compõem a Comissão Política, se João Pereira é ou foi um aliado de alguém, é desse sector. Se deixou de ser foi porque algo mudou, e ao que se sabe, o único factor novo na relação entre a direcção do BE e João Pereira foi a discordância deste relativamente ao apoio a Manuel Alegre, tudo o resto já vinha de trás.
            Quanto à Mesa Nacional e a Comissão de Inquérito (CI) também é simples entender que não nos opusemos à decisão de criar uma CI, mas apenas votámos contra a duvidosa composição desta CI. Os nomes propostos para a sua composição, o seu número reduzido e o simples facto de serem afectos maioritariamente às posições da direcção do BE, não garantiam à partida, nenhuma averiguação isenta. Deste modo fizemos propostas de mais nomes que a integrassem, para garantir a sua heterogeneidade e pluralidade, proposta recusada pela maioria da Mesa Nacional. Como as duas propostas foram votadas em alternativa, obviamente votámos na nossa proposta, proposta essa que também era a da criação de uma CI. Assim dizer que votámos contra a CI é, pura e simplesmente, enganar os militantes, demonstrando a seriedade com que se encara este debate e o respeito que se tem pelos camaradas. Também não votámos pela punição da Distrital que retirou o apoio a João Pereira, apenas propusemos que a Comissão (que sim, defendemos que existisse) averiguasse também o procedimento seguido, uma vez que nos parecia que esta decisão, cabia à Mesa Nacional e não à Distrital. Tão simples quanto isto. A tentativa de misturar, confundir e omitir, demonstra uma postura defensiva por parte dos camaradas que é já meia assumpção de que se sabem errados. Se assim não é, propomos que se deixe este assunto nas mãos da Comissão de Inquérito -que até hoje não apresentou qualquer novidade – e centremo-nos no que é essencial: nas presidenciais, nas ruas e nas futuras legislativas, a unidade que queremos é ao lado de Sócrates, de Santos Silva, de Alberto Martins, ou seja dos mentores e executantes da austeridade, ou em oposição a eles? É deste debate que depende o futuro do Bloco; desviá-lo, deturpá-lo ou misturá-lo serve apenas para enfraquecer o Bloco, a Esquerda anti-capitalista e o combate às medidas de austeridade.  


Manuel Afonso
14/01/11

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Movimento - 27/12/2010

27 de Dezembro
Ciclo Realizadores de uma só Longa-MetragemDéjà s'envole la fleur maigrePaul Meyer (1960, 87m). Apresentação por Pedro Rodrigues.
Lisboa, Casa da Achada, 21h30.
Ver mais programação: http://www.centromariodionisio.org/