Os manifestos eleitorais do Bloco de Esquerda nas eleições autárquicas de Outubro de 2009 foram bastante elucidativos quanto ao principio político a que se proponham.
A participação no debate de ideias;
A apresentação de novos conceitos de intervenção política a nível local;
A solidariedade social;
A solidariedade política com as populações e instituições concelhias na defesa dos interesses locais.
Este foi um manifesto vinculativo para quem assumiu esta luta e a verdade está à vista de quem estiver atento. O Bloco, através dos seus representantes na Assembleia Municipal, já começou a incomodar o Sr. Engenheiro e, se durante 16 anos nada (oposição) incomodou o poder, hoje observamos que o poder instalado já se sente incomodado.
Bem-haja quem permitiu esta situação.
Mas, a actuação política dos deputados do Bloco na A. M. nessecita de uma retaguarda de apoio que procure evitar o desgaste destes elementos.
A falta de uma estrutura concelhia pode originar uma sobrecarga de acções para os eleitos que dê origem ao desgaste e desvios de objectivos.
Todos nós que demos o nome pelo Bloco temos obrigação moral, ética e cívica de colaborar com quem nos representa, a Lurdes, o Albuquerque e o Gustavo, eles merecem a nossa solidariedade, empenho e disponibilidade para com eles colaborar.
Assim tomo a iniciativa (ou sublevação) de me dirigir aos que foram candidatos em Outubro:
A equipa do Gil
A equipa da Lurdes
A equipa do Gustavo
A equipa da Isabel
A equipa do Mauro
A equipa do Devesa
A equipa do Moreira
A ideia de mencionar equipas não é inocente, pelo contrário é objectiva. Porquê? É simples, pretende-se (PORQUE ISTO DEVERIA TER SIDO FEITO DURANTE A CAMPANHA) reunir todos os elementos das listas de forma a escolhermos uma forma de nos organizar. Não temos estrutura concelhia mas também não tem existido qualquer demonstração de interesse na organização de uma estrutura, porquê?
Do meu ponto de vista porque o debate aberto pode causar rupturas com o modelo existente no concelho e que está fora de questão dentro do Bloco. Nem todos estão preparados para aceitar o debate de ideias ou a repartição de poder, mas todos tem direito ao confronto de ideias e obrigação de ser solidários com quem é a nossa voz.
Porque entendo que os princípios do Bloco assentam numa participação colectiva e objectiva várias vezes alertei para este facto e como não obtive resposta parti para o pressuposto de que estava a mexer com outros interesses, no entanto o vazio provocado não me levou a desistir e assim julgo que devemos reunirmo-nos (um encontro/plenário). É de interesse político organizarmo-nos.
Este encontro/plenário deve estar aberto também para aqueles que cada um de nós possa cativar para a nossa causa.
Hoje tive uma óptima notícia mas, a noticia só é boa se soubermos tirar o máximo proveito e prazer do seu conteúdo. NÃO PODEMOS REPETIR OS MESMOS ERROS DO PASSADO RECENTE.
Por tudo isto companheiros, vamos encontrar-nos no próximo dia 7 de Março às 16h, o local e a ordem de trabalhos será oportunamente comunicada a todos.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Está na Lei. É legal! Vamos a isso. Não é roubo, é a Lei!
Só para vos aumentar mais um pouco a Adrenalina!
O ROUBO CONTINUA!...
Aliás, isto até é NORMA no PARLAMENTO onde estão aqueles CROMOS que votam as leis (para eles , claro).
Exemplo: Um deputado de LISBOA concorre por AVEIRO e fica com o SUBSÍDIO de DESLOCAÇÃO ... Tadinho !!!!!!!!!!!!!
O ministro das Finanças autorizou a concessão de um subsídio de Alojamento a Ascenso Simões, secretário de Estado da Protecção Civil, no montante de 75% do valor das ajudas de custo estabelecidas para os vencimentos superiores ao índice 405 da Função Pública, ou seja, são mais 1300 euros por mês.
O próprio Teixeira dos Santos recebe este subsídio por não possuir residência em Lisboa. Está a viver no Porto, tendo residência oficial em Lisboa. Continua a dar aulas, ele e a mulher, na Universidade, no Porto e é Presidente da Bolsa de Valores do Porto.
Enquanto estes canalhas andam a roubar o direito ao salário e à carreira dos funcionários, ao mesmo tempo pagam-se a eles próprios "subsídios de residência", cujos montantes são superiores ao que auferem mensalmente 80% dos funcionários no seu próprio salário! E isto só em "subsídio"! Ou seja, a técnica é esta: Rouba-se a muitos, para dar muito, a poucos! Esta é a política do desgoverno, dito "socialista"!
O ROUBO CONTINUA!...
Aliás, isto até é NORMA no PARLAMENTO onde estão aqueles CROMOS que votam as leis (para eles , claro).
Exemplo: Um deputado de LISBOA concorre por AVEIRO e fica com o SUBSÍDIO de DESLOCAÇÃO ... Tadinho !!!!!!!!!!!!!
O ministro das Finanças autorizou a concessão de um subsídio de Alojamento a Ascenso Simões, secretário de Estado da Protecção Civil, no montante de 75% do valor das ajudas de custo estabelecidas para os vencimentos superiores ao índice 405 da Função Pública, ou seja, são mais 1300 euros por mês.
O próprio Teixeira dos Santos recebe este subsídio por não possuir residência em Lisboa. Está a viver no Porto, tendo residência oficial em Lisboa. Continua a dar aulas, ele e a mulher, na Universidade, no Porto e é Presidente da Bolsa de Valores do Porto.
Enquanto estes canalhas andam a roubar o direito ao salário e à carreira dos funcionários, ao mesmo tempo pagam-se a eles próprios "subsídios de residência", cujos montantes são superiores ao que auferem mensalmente 80% dos funcionários no seu próprio salário! E isto só em "subsídio"! Ou seja, a técnica é esta: Rouba-se a muitos, para dar muito, a poucos! Esta é a política do desgoverno, dito "socialista"!
A Máfia Socrática
"Não falimos por um milagre” José António Saraiva, director do semanário ‘Sol’, revela ao CM que o Governo o pressionou para não publicar notícias do Freeport e que depois passou aos investidores.
Correio da Manhã – O ‘Sol’ foi coagido pelo Governo para não publicar notícias do Freeport?
José António Saraiva – Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.
– Que problemas?
– Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.
– Depois houve mais alguma pressão política?
– Sim. Entretanto tivemos propostas de investimentos angolanos, e quando tentámos que tudo se resolvesse, o BCP levantou problemas.
– Travou o negócio?
– Quando os angolanos fizeram uma proposta, dificultaram. Inclusive perguntaram o que é que nós quatro – eu, José António Lima, Mário Ramirez e Vítor Rainho – queríamos para deixar a direcção. E é quando a nossa advogada, Paula Teixeira da Cruz,
ameaça fazer uma queixa à CMVM, porque achava que já havia uma pressão por parte do banco que era totalmente ilegítima.
– E as pressões acabaram?
– Não. Aí eles passaram a fazer pressão ao outro sócio, que era o José Paulo Fernandes. E ainda ao Joaquim Coimbra. Não falimos por um milagre. E, finalmente, quando os angolanos fizeram uma proposta irrecusável e encostaram o BCP à parede, eles desistiram.
– Foi um processo longo...
– Foi um processo que se prolongou por três ou quatro meses. O BCP, quase ironicamente, perguntava: "Então como é que tiveram dinheiro para pagar os salários?" Eles quase que tinham vontade que entrássemos em ruptura financeira. Na altura quem tinha o dossiê do ‘Sol’ era o Armando Vara, e nós tínhamos a noção de que ele estava em contacto com o primeiro-ministro. Portanto, eram ordens directas.
– Do primeiro-ministro? – Não temos dúvida. Aliás, neste processo ‘Face Oculta’ deve haver conversas entre alguns dos nossos sócios, designadamente entre Joaquim Coimbra e Armando Vara.
– Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?
– Houve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare--se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao ‘Diário Económico’ quando foi comprado pela Ongoing – houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo ‘Face Oculta’, tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.
– Os partidos já reagiram e a ERC vai ter de se pronunciar. Qual é a sua posição?
– Estou disponível para colaborar.
______________________________________________________________________
Será que não há ninguém em Portugal capaz de mandar esta cáfila de corruptos e ladrões para o deserto, para o fundo do oceano, para o inferno ou para a p.q.p.?
Correio da Manhã – O ‘Sol’ foi coagido pelo Governo para não publicar notícias do Freeport?
José António Saraiva – Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.
– Que problemas?
– Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.
– Depois houve mais alguma pressão política?
– Sim. Entretanto tivemos propostas de investimentos angolanos, e quando tentámos que tudo se resolvesse, o BCP levantou problemas.
– Travou o negócio?
– Quando os angolanos fizeram uma proposta, dificultaram. Inclusive perguntaram o que é que nós quatro – eu, José António Lima, Mário Ramirez e Vítor Rainho – queríamos para deixar a direcção. E é quando a nossa advogada, Paula Teixeira da Cruz,
ameaça fazer uma queixa à CMVM, porque achava que já havia uma pressão por parte do banco que era totalmente ilegítima.
– E as pressões acabaram?
– Não. Aí eles passaram a fazer pressão ao outro sócio, que era o José Paulo Fernandes. E ainda ao Joaquim Coimbra. Não falimos por um milagre. E, finalmente, quando os angolanos fizeram uma proposta irrecusável e encostaram o BCP à parede, eles desistiram.
– Foi um processo longo...
– Foi um processo que se prolongou por três ou quatro meses. O BCP, quase ironicamente, perguntava: "Então como é que tiveram dinheiro para pagar os salários?" Eles quase que tinham vontade que entrássemos em ruptura financeira. Na altura quem tinha o dossiê do ‘Sol’ era o Armando Vara, e nós tínhamos a noção de que ele estava em contacto com o primeiro-ministro. Portanto, eram ordens directas.
– Do primeiro-ministro? – Não temos dúvida. Aliás, neste processo ‘Face Oculta’ deve haver conversas entre alguns dos nossos sócios, designadamente entre Joaquim Coimbra e Armando Vara.
– Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?
– Houve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare--se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao ‘Diário Económico’ quando foi comprado pela Ongoing – houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo ‘Face Oculta’, tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.
– Os partidos já reagiram e a ERC vai ter de se pronunciar. Qual é a sua posição?
– Estou disponível para colaborar.
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Será que não há ninguém em Portugal capaz de mandar esta cáfila de corruptos e ladrões para o deserto, para o fundo do oceano, para o inferno ou para a p.q.p.?
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Novo Quartel de Bombeiros de Condeixa é uma prioridade.
Em resposta ao artigo publicado pelo DC, dia 12 se Fevereiro cumpre-nos esclarecer os seguintes factos;
Os Munícipes de Condeixa-A-Nova podem contar com o Bloco de Esquerda, num quadro de total atenção e intervenção, sobre todos os problemas que possam minimizar a qualidade de vida das pessoas e ao mesmo tempo contribuir para a resolução dos mesmos. Não é, nem será apanágio do Bloco de Esquerda retirar dividendos políticos das tragédias ou acidentes – esta é a nossa postura.
Relativamente às instalações do quartel dos Bombeiros Voluntários de Condeixa, o núcleo concelhio do Bloco de Esquerda (B.E.), há muito que se preocupa com as consequências da sua localização, sem esquecer outras necessidades que vão desde a formação até à logística. Por isso, estamos solidários com as necessidades manifestadas pelos corpos sociais da Colectividade.
A partir do momento que o B.E. passou a ter assento na Assembleia Municipal, diligenciou no sentido de conhecer em profundidade as reais necessidades dos Bombeiros. Em finais de Novembro, o deputado Municipal do B.E., Dr. Ernesto Albuquerque, reuniu com o Presidente da Direcção para se inteirar da situação. Face aos problemas que lhe foram apresentados, desencadeou-se outra reunião, agora de âmbito mais alargado. Assim, no inicio de Dezembro ocorreu na sede dos Bombeiros uma reunião conjunta entre a Direcção, Comando da Corporação, deputados do B.E. de Condeixa e o Deputado Parlamentar eleito pelo B.E. pelo círculo de Coimbra, Dr. José Manuel Pureza.
Nesta reunião os representantes dos Bombeiros apresentaram os seus problemas, relativos à falta de espaço e às dificuldades nas saídas de emergência, decorrentes da localização. Não excluíram a hipótese de sair daquele espaço. A situação ideal passa pela implantação num local com boas acessibilidades, “onde um minuto pode ser importante e não fatal”.
No âmbito desta reunião, o Deputado José Manuel Pureza, prontificou-se a colaborar, ficando decidido que lhe fosse encaminhada uma proposta. É neste contexto que o B.E. de Condeixa elaborou uma proposta de aditamento ao PIDDAC, para a construção de um novo quartel. Todos estes procedimentos desenvolveram-se muito antes do acidente registado no dia 11 de Fevereiro de 2010.
Na Assembleia Municipal de 28 de Dezembro, alertou-se para a necessidade de resolver a situação do Bombeiros, questionando ao mesmo tempo se a construção de um novo Estádio de Futebol é justificável.
O senhor Presidente da C.M.C. manifesta-se (D.C.de 12/02/2010), e presta-se exactamente ao mesmo papel a que o PS nos habituou nos últimos tempos, dizendo que há um aproveitamento político da situação. Nós pautamos o nosso trabalho pela seriedade e transparência, não vivemos da política, e muito menos fazemos dela um “jogo”, por isso refutamos veementemente as suas afirmações.
O Senhor Presidente refere ao Diário de Coimbra “ que de momento não reconhece problemas de maior na actual localização do quartel” e afirma “a médio prazo terá que ser revisitada, mas não sendo desejável é, para já, suportável ” tudo isto nos deixa perplexos. Sendo a sua formação de base em engenharia civil, deve ter estudado qualquer coisa de “Urbanismo” e mesmo que se tenha esquecido deve saber que actualmente, as Cooperações de Bombeiros, as Escolas, os Serviços ou Indústrias que carecem de espaço e boas acessibilidades, todos migram para as periferias, ficando os Centros (Cental Bunis District ) como dizem Americanos, apenas para serviços e na maior parte das vezes requalificados par uso pedonal. Mas isto só ocorre nos municípios onde há responsáveis com uma visão estratégica da organização sustentada do espaço urbano, bem como uma preocupação com os reais problemas das pessoas e das instituições.
As considerações proferidas pelo Sr Presidente da Câmara traduzem o modelo da gestão Autárquica com a duração de 16 anos.
Terminamos dizendo, que pelo menos devemos ter contribuído para que se tivesse realizado, no dia a seguir ao acidente, uma reunião com carácter de urgência, entre o senhor Presidente da CMC e a direcção dos Bombeiros.
Afirmamos a urgência em prevenir hoje para termos uma resposta de maior qualidade amanhã.
Pelo BE Condeixa
Maria de Lurdes Mendes Simões
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